20081028

Reportagem 37


Sistema de avaliação da Embasa é adotado em outros estados.


O conhecimento produzido pelos profissionais da Embasa está sendo levado para outras companhias estaduais de saneamento. As Barreiras de Proteção da Qualidade da Água, sistema de avaliação desenvolvido pela Superintendência Norte – ON–, visando promover a adoção de boas práticas operacionais nos Sistemas de Abastecimento de Água para diminuir os riscos à saúde da população, já está sendo adotado pela Cesan (ES) e Compesa (PE). Durante apresentação dos técnicos Noelson Aquino, químico da Coordenação de Tratamento da Superintendência Norte da Embasa, – e Márcia Kauark, gerente da Divisão de Controle de Qualidade, na Câmara Técnica de Controle da Qualidade da Água da Aesbe, no ano passado, os profissionais das respectivas empresas conheceram a metodologia e decidiram adotá-la.

As Barreiras de Proteção são critérios de avaliação que atestam se determinado Sistema de Abastecimento de Água, em todas as suas partes constituintes, cumpre as exigências da Portaria 518/2004 do Ministério da Saúde, visando garantir a potabilidade da água para a população. A partir do relatório de avaliação, é possível conhecer o que é preciso ser feito para se enquadrar na norma. Esta metodologia de avaliação permite preparar qualquer sistema de abastecimento da empresa para auditorias da Vigilância Sanitária estadual ou municipal, como prevê a Portaria 518.

De acordo com Noelson Aquino, em 2007, seis sistemas da superintendência foram examinados segundo as Barreiras de Proteção. Das avaliações, foi possível certificar internamente o sistema de Irecê, que atendeu a critérios de qualidade em suas práticas operacionais. Os outros sistemas receberam seus relatórios de avaliação, a maioria dentro da conformidade, mas sem pontuação suficiente para a certificação e, agora, já se sabe o que deve ser melhorado. Ainda este ano, a aplicação das Barreiras de Proteção será estendida a alguns sistemas das Superintendências Sul e Metropolitana.